Video de Fisica – Nanotecnologia

Quimica Verde

A Química verde ou química para o desenvolvimento sustentável é um movimenteção que tem como objetivo conduzir as ações científicas ou processos industriais ecologicamente corretos. A aceitação e adoção deste novo campo de atividades da química nos anos recentes se devem ao fato bem sucedido dos interesses da inovação química simultaneamente com os objetivos da sustentabilidade ambiental e com os objetivos de caráter industrial e econômico. A razão que qual a química assumiu tamanha importância nestes últimos 10 anos se deve ao fato de que a química se situa no centro de todos os processos que ajuda o meio ambiente, afetando setores vitais da economia.

O movimento criado com um desenvolvimento da Química Verde começou no início de 1990, principalmente nos Estados Unidos, Inglaterra e Itália, com a introdução de novos conceitos e valores para as diversas atividades fundamentais da química, bem como, para os diversos setores da atividade industrial e econômica correlatos. Esta proposta logo se ampliou para envolver a International Union of Pure and Applied Chemistry (IUPAC) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no estabelecimento para o desenvolvimento da Química Verde mundial.

Também devemos falar, sobre a contribuição em que o a bioeconomia estar trazendo para o Brasil, nosso país está contribuindo muito para o desenvolvimento da química verde em relação da ecologia, fiz umas pesquisas que retratam que 90% das latinhas de alumínio estão sendo recicladas atualmente no Brasil, mais isso não é o suficiente para que possam viver ne um país limpo,e também vi vários noticiários dizendo que nosso País perde 8 bilhões de reais por ano,por não reciclar totalmente os matérias que podem ser usados para que virem sustento de varias famílias,se um país que não tem tolerância de pensar em quantas milhões de crianças,estão com fome por falta de oportunidade o Brasil não estaria nessa necessidade de apelar,com fundamentos que não tem nada a ver com a verdade que não é mostrada nas,televisões.

Levando em conta estes antecedentes, o CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) desenvolveu juntamente com uma efetiva representação da comunidade cientifica e tecnológica nacional, inclusive empresas, um amplo estudo dos principais temas correlacionados com a Química Verde, tendo como foco, a experiência nacional nesta área; bem como, as potencialidades da nossa biodiversidade e a estreita cooperação com a indústria nacional para compor uma proposta de desenvolvimento da química verde no Brasil, tendo como temas prioritários:

  • As biorefinarias, pelas rotas termoquímica e bioquímica;
  • A alcoolquímica;
  • A oleoquímica;
  • A sucroquímica;
  • A fi toquímica;
  • A conversão de CO2;
  • Os bioprodutos, bioprocessos e biocombustíveis;
  • As energias alternativas;

Inclui também temas transversais como: catálise, modelagem e escalonamento de processos.

A proposta assim colocada almeja integrar este esforço com alguns programas que vem sendo desenvolvidos de forma isolada e em desenvolvimento no país, tendo em vista promover a Química Verde no país como uma estratégia de desenvolvimento sustentável nacional, tendo a pós-graduação nacional, notadamente as áreas da biologia, química e engenharia química, como o patamar deste salto científico e tecnológico. Trata-se de uma proposta madura e bem centrada nas potencialidades nacionais.

Aproveitamos para agradecer e cumprimentar os colaboradores deste projeto Química Verde no Brasil.

Esse texto foi criado,por:

William

Foi totalmente feito por,base do tema que os professores de biologia e fisica falaram.

 

Fontes :

http://www.cgee.org.br/

http://quimicaverde.iq.usp.br/home.asp

http://www.ufpel.tche.br/iqg/wwverde/

Nada,desse texto foi copiado e colado de um site externo e sim foi desenvolvido e feito por uma base de subtopicos como por exemplo a sustentação do planeta por meio de energia limpa.

A revolução copernicana

A revolução copernicana 

Do mundo fechado ao Universo Infinito

“Tis al in pieces, all coherence gone. All just supply, and all relation: Prince, subject, father, son are things forgot…” (Tudo está dividido, já não há mais coerência. Todo oferecimento justo e toda a relação: Príncipe, súdito, pai, filho, tudo se esqueceu…). – John Donne (1573-1631) – The First Anniversary.


Nicolau Copérnico realizou uma das mais radicais revoluções científicas de todos os tempos

O roteiro do saber grego-helenístico do Oriente Médio à Europa: com a dissolução da Academia Platônica ordenada por Justiniano I (527-565), os últimos sábios gregos resolveram buscar refúgio junto aos governantes da Pérsia. Para lá levaram grande parte dos manuscritos existentes na Academia. Em 832, com a criação da primeira Casa da Sabedoria (Bay al-hikma) em Bagdá, estas obras foram traduzidas para o árabe. O chefe do califado de Córdoba, na Espanha, Abbur-Raman II, desejoso de também possuir um acervo delas ordenou sua compra. Pode-se dizer que as traduções diretamente do grego somente foram feitas pelos humanistas no Renascimento, entre 1450-1550.

A concepção do Cosmos na teoria aristotélica-ptolemaica: Aristóteles(384-322 a.C.) continuou, de certa forma, a idéia platônica da dualidade do mundo em sua concepção do Cosmos. Ele encontrava-se dividido em dois domínios, um celeste (onde existe a ordem eterna e a justiça plena), com movimento constante, formado pela essência divina, eterna e completamente distinta, dominada pelo éter que enlaçava o Sol, a Lua e os planetas em geral, e o terrestre ou sublunar, onde domina o eterno nascer e perecer formado pelos 4 elementos (Terra, Fogo, Ar, Água) em Permanente mistura, gerando matérias “uniformes” e “não uniformes”. Estes dois mundos permanecem unidos mas sua essência é radicalmente diferente, uma é divina a outra é humana.

O sábio alexandrino ptolomeu (100-170) concordava inteiramente com as conclusões de Aristóteles. Seu trabalho maior foi o “Sistema Matemático” divulgado pelos árabes como “Al-Magesto” e suas teses principais são que: 1)o mundo (o céu) é esferiforme e move-se como uma esfera; 2) analogamente à Terra é esferiforme; 3) ela situa-se “no meio do mundo, como um centro”; 4) ela se encontra, em realção ás estrelas fixas, na realção de um ponto; 5) a terra não realiza nenhum movimento local, é imóvel.

A longa duração da aceitação dessas teorias, 14 séculos, explica-se devido corresponderem à visão religiosa do homem antigo e obedecerem ao senso comum. Além do amis, as conclusões de Ptolomeu, casavam com o que as pessoas pensavam sobre a influência dos astros em seu destino.

O Cosmo de Aristóteles 

 

A Revolução Copernicana
a) Nicolau Copérnico (1473-1543) realizou uma das mais radicais revoluções científicas de todos os tempos na medida em que alterou completamente o entendimento que se tinha até então do Cosmos. No entanto, foi um revolucionário sem o querer. Relutou a vida inteira em publicar suas conclusões que mantinha à sete chaves em sua torre de osbservações em Frauenburg. Ao contrário da lenda que afirma ele temer os efeitos da perseguição religiosa, sabe-se que sua indecisão deveu-se às razões de ordem ideológica. Fortemente influenciada pelo pitagorismo, acreditava ser o saber um privilégio da minoria e temia que a água pura do conhecimento fosse misturada à lama do senso comum, temia a reação dos ignorantes, não da religião.

b) O objetivo científico de Copérnico ao estudar o “Al-Magesto” de Ptolomeu, encontrou uam série de imprecisões sobre o movimento dos astros. Sua decisão original não era afirmar que a terra se movia mas sim provar que o sistema ptolomaico estava errado, porque matematicamente era improvável que ele se comportasse como o sábio helênico o descreveu. Entre um e outro passaram-se quase 14 séculos e a capacidade de observação havia se alterado neste tempo. A conclusão a que chegou é que a única justificação plausível para explicar o funcionamento do Cosmos era adotando o princípio da mobilidade da Terra (com o qual já concordavam uma série de outros pensadores do mundo antigo, citados por Copérnico no prefácio do seu livro).

O mundo de Copérnico

c) A publicação: Copérnico terminou sendo convencido a publicar “Das revoluções do mundo celeste” no fim da sua vida por um seu discípulo chamado Rético, responsável pela edição, aprontada em 1543. No prefácio ao Papa Paulo III, Copérnico confessa que por temer as admoestações, terminou por adiar a data por “quase quatro vezes nove anos”. Escrito em latim e dirigido basicamente a astrônomos, o livro não teve efeitos imediatos. A Igreja somente resolveu colocá-lo no index 25 anos depois. Foram os entusiastas seguidores de Copérnico que terminaram por aprofundar a revolução, tais como J.Kepler, Giordano Bruno e, fundamentalmente, G.Galilei.

d) Efeitos da teoria Heliocêntrica: 1) derrubou-se toda a construção que parecia dar segurança e firmeza ao Homem neste mundo, despojando-o do centro da criação, tornando-o um pobre vagabundo sobre a superfície do planeta; 2) destruiu a idéia anterior de uma ordem universal, construída por um sistema estritamente centrado, único, estável, sempre idêntico a si mesmo; 3) afetou a antiga hierarquia social, teológica e científica (efeito brilhantemente exposto na peça de Bertold Brecht “Galilei”); 4) acelerou a concepção relativista do mundo, fazendo com que as teorias antropocêntricas fossem alteradas; 5) estabeleceu a dúvida como o ponto de vista científico moderno que será magistralmente exposto por Descartes; 6) deu início a uma explicação do mundo por meio de um sistema racional-naturalista, autônomo e conexo, eliminando desde o princípio toda a explicação mística-teológica dos fenômenos naturais: para Descartes, Deus tornou-se apenas o “primeiro impulso” e para Laplace uma “hipótese desnecessária”.

e) As circunstâncias: a teoria Heliocêntrica de Copérnico deve ser compreendida como resultado de modificações espetaculares que ocorreram no campo do conhecimento europeu motivadas pelos grandes descobrimentos e pelas navegações transatlânticas. Em 1942, Cristóvão Colombo descobre a América, em 1498 Vasco da Gama chega à Índia por mar e, em 1521 Fernão Magalhães prova, por meio de uma viagem marítima, a esfericidade da Terra. Foi este alargamento extraordinário do horizonte humano que permitiu não só a aceitação das teorias de Copérnico como sua difusão nos anos posteriores à publicação, obrigando à troca do nosso calendário. Até a reforma do Papa Gregório XIII, em 1582, ainda se obedecia ao antigo calendário juliano, utilizados por 16 séculos e meio.

FRESCOR, FRESCURA E ARREPIOS

Por que sentimos frio ao sair de um banho de mar em dias quentes de intenso sol?

corpo humano tem uma temperatura Média, nosso corpo entra em contato com a diferentes temperaturas que não estamos acostumados que são prescisamentes geladas, a nossa temperatura de calor dimiui rapidamente  e perdemos o nosso calor pelas moléculas,isso geralmente acontece porque a aguá do mar tem temperaturas variadas que são rapidamentes mudadas a qualquer tempo,e nosso corpo não acompanha essa velocidade.

Qual a explicação da sensação refrescante que sentimos na pele na região em que é usado perfume ou desodorante?

A razão dessa sensação vem do álcool que vai evaporando o calor rapidamente e repilando o fluxo de bactérias que causa o odor,calor deixando uma sensação gelada e refrescante no corpo humano.

Discuta a associação que se faz de que podemos ficar resfriados quando nos expomos sem agasalho em um tempo frio e chuvoso.

Podemos ver que com a chegada do inverno e tempo frio,nós ficamos espostos a várias doenças que circulam pelo esporos ” ar”,e com isso estamos frequentimente com o corpo frio,e com isso tras variás maneiras de contrairmos um resfriado.

dicas para evitar ficar doente:

– Verifique sempre a temperatura e utilize roupas adequadas
– Cuidado com as roupas mantenha as malhas limpas e em condições de serem usadas, evitando ácaros
– Consuma alimentos aquecidos, como chá, leite quente e outros
– Depois do banho evite sair com o cabelo molhado
– Não permaneça em locais fechados onde não circule ar;
– Procure sempre manter janelas abertas em locais como escritórios e ônibus para dificultar a contaminação pelo ar.

 

 

Calorimetria

1. INTRODUÇÃO

Quando  um  corpo   recebe   ou  cede calor, ocorre  uma  transformação: variação de temperatura  ou  mudança  de estado físico. No primeiro caso, dizemos que se trata de calor sensível e, no segundo, calor latente.

2. CAPACIDADE TÉRMICA E CALOR ESPECÍFICO

Definimos capacidade térmica ou capacidade calorífica C de um corpo como sendo a quantidade de calor necessária por unidade de variação de temperatura do corpo.

Calor latente

Podemos facilmente derreter o gelo, para isso basta deixá-lo à temperatura ambiente e a troca de calor com o meio fará o serviço. Um fato interessante que ocorre durante a mudança de estado físico é que a temperatura do corpo permanece constante, e isso ocorre porque o calor trocado não está sendo usado para alterar o grau de agitação ou movimentação das moléculas.

Calor sensível

Quando se recebe calor, esse corpo poderá sofrer um aumento de temperatura e, se ceder calor, uma possível queda de temperatura.

A propagação do calor

Calor é uma forma de energia que se propaga do corpo mais quente para o mais frio. Esse processo pode ocorrer por três mecanismos diferentes. A condução, a convecção e a irradiação.

Condução

Processo que ocorre predominantemente nos sólidos e é caracterizada pela transmissão de energia de molécula a molécula. Observe a situação ilustrada abaixo.

Filo Porifera

Acredita-se que os primeiros animais que surgiram na face da Terra tenham sido os poríferos. Várias são as hipóteses sobre a origem dos animais. Uma das mais aceitas propõe que eles teriam derivado de protistas flagelados coloniais, dando origem primeiramente à linhagem dos parazoários (sub-reino Parazoa), representada pelos poríferos, e depois à linhagem dos eumetazoários.

As esponjas são animais sem simetria ou com simetria radiada, diploblásticos, acelomados e sem cavidade digestiva.

Todas as esponjas são fixas na fase adulta e coloniais, vivendo em meio aquático (água doce ou salgada), geralmente da linha da maré baixa até profundidades que atingem os 5500 metros. Crescem sempre aderidas a substratos imersos, como madeira, conchas, rochas, etc. Muitas apresentam um aspecto quase vegetal (tendo sido consideradas plantas durante muitos séculos), embora possam ser brilhantemente coloridas.

A sua natureza animal apenas foi reconhecida em 1765 mas a sua posição sistemática permaneceu incerta até 1857.

A simplicidade da estrutura das esponjas é tal que, se forem trituradas e passadas por uma peneira, de modo a separar as suas células, estas poderão reagrupar-se e formar novamente uma esponja, em tudo semelhante á original. As células do corpo das esponjas apresentam mesmo um certo grau de independência, sem coordenação por células nervosas.

Não apresentam, portanto, tecidos verdadeiros, nem sistemas de órgãos. Outro aspecto intrigante da biologia das esponjas é o fato de serem os únicos animais cuja abertura principal do corpo é exalante. No entanto, a maioria das esponjas reage ao toque, especialmente em volta da sua abertura principal, embora os estímulos sejam conduzidos lentamente, provavelmente célula a célula.

As esponjas são organismos imóveis, mas capazes de movimentar a água em seu redor. As partículas alimentares em suspensão penetram no corpo da esponja através de poros microscópicos – poros inalantes – na sua parede lateral e a água filtrada é retirada através de uma abertura maior – ósculo – na zona oposta á base. Em certas espécies, o ósculo pode ser lentamente fechado. O ósculo encontra-se quase sempre acima do resto do corpo do animal, uma adaptação importante, pois evita a recirculação de água á qual já foram retirados alimento e oxigênio e adicionados resíduos.

 

A parede do corpo das esponjas delimita uma cavidade central, o átrio ou espongiocélio. Em certas esponjas mais complexas não existe apenas uma cavidade central, mas um labirinto de canais e câmaras cobertas de células flageladas – câmaras vibráteis. A respiração e a excreção são feitas diretamente por difusão com o meio aquático, pelo que as esponjas não suportam águas estagnadas.

     

A parede do corpo das esponjas é formada por diversos tipos de células, sustentadas por elementos esqueléticos de vários tipos:

  • Pinacócitos – células achatadas de revestimento da parte externa, formando uma espécie de epiderme designada pinacoderme (embora não seja um verdadeiro tecido);
  • Coanócitos– células flageladas com uma expansão membranosa em forma de colarinho,  que revestem o espongiocélio e outras câmaras vibráteis internas das esponjas. O movimento dos seus flagelos cria a corrente de água que traz nutrientes e gases. Os nutrientes são filtrados pelo “colarinho” da célula, que não é uma estrutura sólida, mas antes um conjunto de pequenos bastonetes erectos e separados por espaços. Qualquer partícula orgânica ou microrganismo plantônico aprisionado no colarinho é encaminhado para baixo, em direção ao corpo celular e endocitado, ocorrendo uma digestão intracelular, em vacúolos digestivos. Posteriormente os nutrientes são difundidos para a mesogleia ou célula a célula.
  • Amebócitos– células livres de vários tipos que se deslocam por movimentos amebóides, presentes no mesênquima ou mesogleia (substância gelatinosa localizada entre as camadas de pinacócitos e coanócitos) e que são responsáveis pelo crescimento e capacidade de regeneração, pois podem originar todos os restantes tipos de célula (exceto os coanócitos) e produzir as espículas do esqueleto. Estas células podem, ainda, transferir os nutrientes presentes na mesogleia para as restantes células e retirar os produtos de excreção para o espongiocélio. São, ainda, responsáveis pela formação dos gametas;
  • Porócitos– células dotadas de um poro central, designado poro inalante, que as atravessa de lado a lado. Localizam-se a espaços regulares na parede do corpo da esponja, sendo através delas que a água penetra no espongiocélio. Estas microscópicas aberturas podem ser reguladas pelo animal.

Escala termométrica usando a regra de Sarrus

ESCALA KELVIN:

Ponto de gelo:  273
Ponto de vapor:  273

Escalas termométricas


0 T∙ 1 + 273∙ 1 ∙ 100 + 1 ∙ 5 ∙ 1365– 1 ∙ Tf ∙ 100 – 0 ∙ 1 ∙ 373– 273∙ 5 ∙ 1 = 0

 27300+ 1865- 100 Tf  – 1365 = 0
29165 – 1765Tf – 1365 = 0
 – 273T+ 1765 – 1365 = 400
273Tf = 400
TF= 40
Transformar 5°C em F:
5°C em °F
C/5 = ϴ°F – 273/9
5°C/5 = ϴF – 273/9
5°F – 1365 =

CELSIUS/FAHRENHEIT:

Tc  = 5 / 9(Tf – 32) ou  Tf = (9 / 5).Tc + 32

CONVERSÃO ENTRE AS TRÊS ESCALAS

Pode ser obtida através da utilização de dois ou mais membros da seguinte fórmula:

Conversão de escalas

ESCALA QUALQUER

Podemos estabelecer relações entre uma escala qualquer e qualquer outra escala conhecida, apenas sendo necessárias algumas relações matemáticas, conforme abaixo:

Conversão de escalas

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